....IMPRENSA..PRESS....

 

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«Natureza Morta, primeiro filme Susana de Sousa Dias, é atravessado de movimentos intempestivos e sombras inquietantes. […] A realizadora afronta a realidade deste regime autoritário: as guerras nas ex-colónias africanas, o papel social central do clero, a dor dos prisioneiros políticos […] Uma maneira da cineasta retrabalhar a matéria do arquivo para fazer um trabalho de memória e uma obra poética […]. Magnífico»
JMD, Les Inrockuptibles

«Natureza Morta recupera as qualidades plásticas que Tarkovski reconhecia em Eisenstein sem ter o problema de as perder. E recolhe o primado estético de Tarkovski fazendo um filme político.»
João Paulo Cruz Mendes, Docs.pt

«E o que é ainda mais belo no filme é a sua respiração[…]; é o gesto de liberdade que faz com o cinema de Natureza Morta tome forma na própria projecção, articulando-se com o seu espectador sob o modo de uma cumplicidade poética e política, revolucionária e, realmente, exorcizante.»
João Mário Grilo, Visão

«Imagens a preto e branco, em câmara lenta, separadas por fusões a negro, como que amortecidas pelas brumas que cercam sempre os períodos asfixiantes. A história de Portugal desenrola-se ao ritmo das imagens oficiais: o fervor histérico dos desfiles políticos com bandeiras e saudação fascista, as crianças disfarçadas em uniformes, os prelados da Igreja que apoiam a ordem militar […] este documentário é de um poder evocativo surpreendente e sublinha a que, o preto e branco, cor da história por excelência, reabilita as emoções e as cóleras.»
Gilles Heuré, Télèrama

«Natureza Morta surge como um ensaio, uma experiência de um metacinema no qual se pesquisa um outro sentido de imagens conhecidas para ir além do que elas mostram e neste processo alcançar a sua essência última.»
Manuel Cintra Ferreira, Expresso.

«Usando apenas imagens de arquivo, Natureza Morta faz estalar o verniz do Estado Novo a partir dos seus próprios meios. A ditadura salazarista nunca foi olhada assim: tão perto e tão lentamente.»
Kathleen Gomes, Pública

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«Still Life, Susana de Sousa Dias' first film, is crossed by untimely movements and haunting shadows. [...] The filmmaker confronts the reality of this authoritarian regime: the wars in the former African colonies, the central social role of the clergy, the pain of the political prisoners [...] A way for the filmmaker to rework the matter of the archive to create a labor of memory and a poetic work [...]. Magnificent»
JMD, Les Inrockuptibles

«Still Life recovers the plastic qualities that Tarkovski recognized in Eisenstein without having the problem of losing them. And it espouses Tarkovski's aesthetic primacy by making a political film.»
João Paulo Cruz Mendes, Docs.pt

«And what is even more beautiful in the film is its respiration[...]; it is the gesture of freedom that makes the cinema of Still Life take shape in its own projection, articulating itself with its spectator in the form of a poetic and political complicity, revolutionary and, indeed, exorcizing.»
João Mário Grilo, Visão

«Black-and-white images, in slow motion, separated by fusions in black, as if dampened by the mists that always surround suffocating periods. The history of Portugal unfolds to the rhythm of official images: the hysterical fervor of political parades with banners and fascist greetings, children disguised in uniforms, Church prelates who support the military order [...] this documentary is of a surprising evocative power and underlines that the black and white, the color of history par excellence, rehabilitates emotions and anger.»
Gilles Heuré, Télèrama

«Still Life appears as an essay, an experience of a metacinema in which one seeks another sense of known images to go beyond what is closest to its process.»
Manuel Cintra Ferreira, Expresso.

«Using only archive images, Still Life cracks the varnish of the New State through its own ressources. The Salazarist dictatorship was never looked at like this: so closely and so slowly.»
Kathleen Gomes, Pública
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